Caminhando de regresso a casa
passo pelo passado,
pelo teu carro estacionado no tempo,
pela saudade de ouvir uma palavra.
Nunca é tarde demais, nunca.
A música de um sonho só acaba
quando a magia se esgota.
E Coimbra não existe sem magia.
Tradição do final infeliz
que faz do Mondego um ribeiro,
chegou no início de Janeiro.
Aproxima-se o dia do fim
e não serei justo ou cruel,
sou só palavras que escrevo neste papel.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Neve de amor
É o quebrar da última pedra
do meu castelo de forças,
quando a vontade de voltar a viver
se prende no medo de reconstruir.
Ventos sombrios de Inverno
teimam em não desistir,
a luz de um novo florir
tem a preguiça a comandar o trenó.
As memórias de tempos passados
com um sentimento seguro,
fecham os olhos ao presente
e ao pensamento ausente.
Eu espero um milagre do céu,
que sobre neve caia culpa
e na avalanche sentida
se crie um novo olhar.
do meu castelo de forças,
quando a vontade de voltar a viver
se prende no medo de reconstruir.
Ventos sombrios de Inverno
teimam em não desistir,
a luz de um novo florir
tem a preguiça a comandar o trenó.
As memórias de tempos passados
com um sentimento seguro,
fecham os olhos ao presente
e ao pensamento ausente.
Eu espero um milagre do céu,
que sobre neve caia culpa
e na avalanche sentida
se crie um novo olhar.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Vertigem
Vertigem dá lugar a desilusão
e fecha-se o coração.
Esfola quando são os outros
Arde quando vem dos nossos.
A mentira da vida
é o pronuncio da morte.
Sobriedade psicótica
julgo não existir.
Luz, dêem-lhes luz
chega de vinho nos pensamentos
chega de não sentir,
reine a lucidez!
e fecha-se o coração.
Esfola quando são os outros
Arde quando vem dos nossos.
A mentira da vida
é o pronuncio da morte.
Sobriedade psicótica
julgo não existir.
Luz, dêem-lhes luz
chega de vinho nos pensamentos
chega de não sentir,
reine a lucidez!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Desilusão é o fim.
O sonho dura até ao deitar.
A desilusão vai perdurar,
é uma cicatriz impossível de apagar.
Inexplicável não é,
mas sendo impossível de compreender,
torna-se sufocante relembrar.
A verdade desvanece no teu olhar.
A transformação é um enigma,
a realidade passa a mentira sem pesar.
As memórias destruídas,
trazem frio, de um local a decifrar.
E agora qual a salvação?
Fico com a marca na mão,
a imaginar o dia que está para vir,
o dia de pedir perdão.
O sonho dura até ao deitar.
A desilusão vai perdurar,
é uma cicatriz impossível de apagar.
Inexplicável não é,
mas sendo impossível de compreender,
torna-se sufocante relembrar.
A verdade desvanece no teu olhar.
A transformação é um enigma,
a realidade passa a mentira sem pesar.
As memórias destruídas,
trazem frio, de um local a decifrar.
E agora qual a salvação?
Fico com a marca na mão,
a imaginar o dia que está para vir,
o dia de pedir perdão.
sábado, 29 de dezembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Quando um cigarro não chega
Quando um cigarro não chega
E o copo se esvazia,
Sobra uma nuvem mágica,
De paixão e solidão.
Sonhos, é do que falo
São problemas adiados.
Fossem presente e não futuro,
E estaria o deserto atravessado.
Os trenós que vêm do polo,
Não trazem senão noites nubladas,
E os cães que tais trenós puxam,
Choram logo que param de trabalhar.
Quando um cigarro não chega
E um copo se esvazia
É hora de acordar,
Hora de voltar a sonhar.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)